Guia sobre Direção veicular e Deficiência Física

Compondo o produto final do “Estudo descritivo do desempenho na direção de automóveis de sujeitos sequelados por Acidente Vascular Cerebral (AVC)” e do Trabalho de Conclusão de Curso do acadêmico de Terapia Ocupacional da UFPR Thiago Biadola, intitulado “Produtos e Tecnologias de Assistência em Direção e Acessibilidade de Automóveis para o Deficiente Físico, Disponíveis no Mercado Curitibano”, este Guia foi elaborado para auxiliar no esclarecimento de possíveis dúvidas sobre como o deficiente físico, residente em Curitiba e proximidades, deve proceder para dirigir ou utilizar transporte pessoal, adquirir CNH, solicitar isenção de impostos e adaptar seu veículo.
Porém, seu conteúdo não se restringe somente ao contexto Curitibano, contendo informações relevantes para demais locais do País.
Toda a pesquisa foi orientada pelo prof. Dr. Renato Nickel, terapeuta ocupacional e docente do Departamento de Terapia Ocupacional da UFPR.
O material é destinado à pessoas com deficiência física e condutores com mobilidade reduzida, mas também  para auxiliar profissionais da reabilitação, em especial terapeutas ocupacionais, envolvidos na reabilitação de pessoas com deficiência física e na mobilidade, e que se preocupam com o retorno máximo da funcionalidade destas pessoas em seu dia-a-dia.

Segue abaixo a versão digital do Guia na sua 2 edição, lançada em julho de 2015, constando o ISBN. O mesmo pode ser divulgado em outras páginas e blogs, contanto que disponível na íntegra, preservando a identidade dos autores e com citação da fonte.

Link:

GUIA Direção Veicular 2 Ed

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By T.O Neurologia

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Manifestação dos Conselheiros Terapeutas Ocupacionais de CREFITOs sobre a Resolução Coffito nº488/2017

Prezados,

Eu considero fundamental o posicionamento de todos os terapeutas ocupacionais e suas associações contra a resolução 488/2017 publicada no DOU em 19 de dezembro de 2017. Esta resolução é um ataque direto a profissão no que diz respeito a sua representação nos Conselhos de Classe (Sistema COFFITO/CREFITOs) e é necessária a nossa manifestação por todos os meios possíveis.

Segue a manifestação de parte dos Conselheiros dos CREFITOS para sua imediata revogação em sua integra:

http://crefito7.gov.br/wp-content/uploads/2018/01/Resolu%C3%A7%C3%A3o-488-posicionamento.pdf

 

 

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Por uma Universidade Pública, gratuita e de qualidade

A Reitoria da Universidade Federal do Paraná e três entidades que representam professores e servidores divulgaram nesta quarta-feira (22) uma nota conjunta em defesa da Instituição. O documento é assinado pela Reitoria, a Associação dos Professores da UFPR (APUFPR-SSIND), o Sindicato dos Trabalhadores em Educação das IFES no Estado do Paraná (SINDITEST) e a Associação dos Servidores da UFPR (ASUFEPAR).

O texto ressalta a necessidade de defender a história e o papel da UFPR, ao mesmo tempo em que reafirma que haverá apuração rigorosa de irregularidades constatadas na universidade, que indignaram toda a comunidade acadêmica. Além disso, consolida o compromisso da Universidade com os direitos sociais e individuais, em particular os que preveem o direito à ampla defesa e à presunção de inocência.

A Reitoria e as entidades que subscrevem a nota entendem que o momento exige a união de todas e de todos. Por isso, integre-se a este movimento e compartilhe.

Abaixo a íntegra da nota.

TODOS UNIDOS PELA UFPR

A Universidade Federal do Paraná é um dos maiores valores da sociedade paranaense. Ao longo de seus 104 anos de história, tornou-se a principal referência na formação de muitas gerações, foi protagonista do desenvolvimento de nosso Estado e foi e é palco de debate e de resistência em vários períodos de opressão de nossa história. É a principal reserva da produção e reprodução de conhecimento de qualidade, no ensino, na pesquisa e na extensão. Foi, segundo já foi dito e repetido, “a maior invenção dos paranaenses”. E ocupa papel central na vida da nossa sociedade, e em particular na vida dos (as) estudantes, servidores (as) técnicos e docentes que formam a comunidade universitária.

Por isso, especialmente nesse momento difícil que passamos, temos que sair em defesa do patrimônio público de nossa instituição, mostrar nossa indignação quanto a descaminhos que aqui ocorram e agir com rigor para que os malfeitos sejam corrigidos e que crimes contra nosso patrimônio sejam responsabilizados.

Mas justamente nesse momento é necessário também reafirmar com toda a força o papel essencial exercido pela Universidade Federal do Paraná há mais de um século na formação profissional, cidadã e intelectual de tantas gerações, bem como insistir no papel transformador e de inclusão que ela representa na vida de milhares de pessoas que aqui, hoje ou ontem, trabalharam e estudaram. É necessário, mais do que nunca, ressaltar e defender sua história, seu papel e seus valores.

A Universidade Federal do Paraná é e deve continuar sendo, com o trabalho contínuo de todos (as) que fazem parte da sua comunidade, o espaço privilegiado do exercício ético, da produção de saberes de ponta, do exercício transformador permanente. Deve seguir sendo também o lugar da reafirmação perene do valor dos direitos e das garantias, de sua centralidade no cotidiano exercício democrático, de sua imprescindibilidade para os nossos padrões civilizacionais. Por isso, seguiremos reafirmando como inegociáveis os direitos sociais e individuais que estão consagrados em nossa Constituição da República, em particular os que exortam a dignidade humana, a presunção de inocência, o direito ao contraditório e à ampla defesa. Direitos que valem e devem valer para todos, como devem também valer para cada um de nossos (as) servidores (as) e estudantes.

Que todos os descaminhos eventualmente ocorridos dentro de nossos muros sejam elucidados e sofram as correções previstas em lei. Mas que também seja relembrado que estamos comprometidos com as regras do Estado Democrático de Direito, e que jamais seja esquecido o grande e imprescindível papel exercido pela nossa Universidade dentro de nossa sociedade.

Assinam:

Reitoria da Universidade Federal do Paraná • Gestão 2016/2020

Associação dos Professores da Universidade Federal do Paraná (APUFPR-SSIND)

Sindicato dos Trabalhadores em Educação das IFES no Estado do Paraná (SINDITEST)

Associação dos Servidores da Universidade Federal do Paraná (ASUFEPAR)

 

Link original http://www.ufpr.br/portalufpr/blog/noticias/reitoria-e-entidades-divulgam-nota-conjunta-em-defesa-da-ufpr/

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Escala de Funcionamento Ocupacional e Social para Pessoa com Epilepsia (SOFSE-PB)

A Epilepsia tem um impacto multidimensional na vida das pessoas, gerando as mais diversas incapacidades funcionais, de forma que identificar esses problemas pode auxiliar essa população em sua vida diária.

Em 2013 Wang e colaboradores publicaram a Social and Occupational Functioning Scale for Epilepsy (SOFSE), ferramenta que identifica a funcionalidade e também desfechos de intervenções clínicas da pessoa com epilepsia.

Face a importância da ferramenta, em 2015 a terapeuta ocupacional Patrícia Fernandes (15918 – TO) realizou a tradução da referida escala, que foi apresentada na sua dissertação de mestrado no Programa de Pós-graduação em Medicina Interna da UFPR (http://eds.a.ebscohost.com/eds/detail/detail?vid=9&sid=2d8ab438-0525-41e3-8edc-606b8cd597e5%40sessionmgr4007&hid=4210&bdata=Jmxhbmc9cHQtYnImc2l0ZT1lZHMtbGl2ZQ%3d%3d#AN=fpr.000349659&db=cat03330a )

Segue aqui a Escala Traduzida (sofse-escala-final).

 

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ESPECIALIDADE PROFISSIONAL

Colegas terapeutas ocupacionais,

Eu não saberia definir uma data, mas faz alguns anos que venho discutindo com profissionais, RENETO, ABRATO, COFFITO e CREFITOs sobre a Especialidade de Terapia Ocupacional em Saúde Funcional.

Vejo com espanto o movimento de alguns Conselhos regionais contra a atuação do terapeuta ocupacional nesta área, mas o que mais me espanta é ver que o presidente do nosso Conselho Federal não nos defende em relação a este movimento, em uma área historicamente construída e socialmente estabelecida, atualmente a segunda maior área de atuação para o profissional. Alias, continuamos aguardando um posicionamento do COFFITO sobre o Acordão (acordao-terapia-ocupacional) que foi enviado a COFFITO pelo CREFITO8 em junho de 2015.

Apesar das ações realizadas a especialidade não foi ainda disciplinada, inclusive, apesar de reconhecida pela Resolução COFFITO 366 de 20 de maio de 2009, não aparece entre as especialidades reconhecidas no atual Sitio do Conselho (http://coffito.gov.br/nsite/?page_id=3390).

Particularmente não acho o termo “Saúde Funcional” muito adequado, acho até que possa descaracterizar nossa atuação, quando nossos objetos de atenção estão ligados as atividades humanas, ocupações e cotidianos. Sinceramente, apesar de trabalhar na área, não saberia dizer qual seria o melhor termo, penso inclusive, que não há consenso entre os terapeutas ocupacionais sobre este ou mesmo sobre a especialidade. Mas, acredito que o termo possa ser um dos grandes obstáculos para que a especialidade não tenha sido ainda disciplinada. Se é que realmente desejamos que essa especialidade seja disciplinada pelo atual sistema?

De qualquer forma, vivendo o hoje, penso que temos que entrar em consenso sobre o termo, para dar sequência as ações já realizadas. Só que esta continuidade deve ser desencadeada por quem nos representa, que são os próprios Conselhos de Classe, a RENETO e principalmente a ABRATO. Contudo, esta última carece muito de nossa participação, principalmente financeira, para que possa realmente se manifestar por nossas causas.

Devido ao fato de estar acompanhando as poucas discussões existentes atualmente, venho novamente fazer um enquete sobre o (s) termo(s) para a especialidade. Vou aproveitar desse blog, que nos últimos três anos teve mais de 170.000 visualizações, para levantar novamente e levar a discussão ao meu conselho de classe (CREFITO 8) e também para ACTOEP (regional da ABRATO). Solicito a todos os colegas que deixem sua opinião, sobre qual seria o termo mais adequado. Coloco algumas opções na enquete, mas ela permite que novos termos sejam apresentados.

Também acho importante comentar sobre a especialidade de “Terapia de Mão”, que apesar de não ser reconhecida pelo COFFITO, e, até o que sei, não ser exclusiva para terapeutas ocupacionais, é sem dúvida uma especialidade reconhecida, que atende uma demanda social e tem sistematicamente se desenvolvido tecnicamente. Logo, não é para o especialista em “Terapia de Mão” esta enquete, pois considero que ela está socialmente reconhecida.

Então, queridos colegas, novamente solicito a participação de todos e espero em breve anunciar aqui que a especialidade de Terapia Ocupacional em “???????” foi disciplinada.

Um grande e fraterno abraço a todos.

Renato Nickel

2683 – TO

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TECNOLOGIA ASSISTIVA

Colegas,

em face da importância do tema para a profissão, estaremos contribuindo com a divulgação e discussão sobre o tema. A princípio queremos divulgar apenas um site para acesso ao Catálogo Nacional de Tecnologia Assistiva.

Renato Nickel

http://assistiva.mct.gov.br/index.php

 

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Referências Bibliográficas Curso Noturno

Referências Professora Ana Beatriz:

1 – Carr e Shepherd – Capítulo 6 – Alcance e manipulação
(CARR, J.; SHEPHERD, R. Alcance e Manipulação. In.__. Reabilitação Neurológica: Otimizando o Desempenho Motor. 1.ed. São Paulo: Manole, 2007. p. 131-159.)

2 – TROMBLY – Capítulo 22 – Otimização do Controle Motor Utilizando a Abordagem de Carr e Shepherd
(SABARI, J. S. Otimização do Controle Motor Utilizando a Abordagem de Carr e Shepherd. In: TROMBLY, C. A.; RADOMSKI, M. V. Terapia Ocupacional para Disfunções Físicas.  5.ed. São Paulo: Santos Editora,  2005. p. 501-520.)

3 – GIUFRIDA E RICE – Cap 55 willard e spackman – Habilidades Motoras e Desempenho Ocupacional – Avaliação e Tratamento   – SOMENTE ATÉ a PÁG 708
(GIUFFRIDA, C. G.; RICE, E. M. S. Habilidades Motoras e Desempenho Ocupacional: Avaliação e Tratamento. In: CREPEAU, E. B.; COHN, E. S.; SCHELL, B. A. B. Willard & Spackman – Terapia Ocupacional. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. p. 693-708.)


Referências Professor Derivan:

1 – Capítulo 1 – Controle Motor 
(SHUNWAY-COOK, A; WOOLLACOTT, M. Controle Motor: Questões e Teoria. In.__. Controle Motor: Teorias e Aplicações Práticas. 2.ed. São Paulo: Manole, 2003. pág. 1-23)

2 – A importância da TO na Reabilitação Neuropsicológica 
(KATZ, N. BAUM, C. A Importância da Terapia Ocupacional na Reabilitação Neuropsicológica. In: ABRISQUETA-GOMEZ, J. Reabilitação Neuropsicológica.  1. ed. São Paulo: Artmed, 2011. pág. 209-222.)

3 – Capítulo 20 – (III Disfunção Física) Neurologia Adulto – SOMENTE PRIMEIRA PARTE
(FARIA, I. Neurologia Adulto. In: CAVALCANTI, A; GALVÃO, C. R. Terapia Ocupacional – Fundamentação e Prática. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. pág. 197-202.)

4 – NUNES – A Terapia Ocupacional e as Disfunções Neurológicas da Idade Adulta e da Velhice – CIF em casos clínicos
(NUNES, C. M. P. A Terapia Ocupacional e as Disfunções Neurológicas da Idade Adulta e da Velhice: CIF em casos clínicos. In: DRUMMOND, A. F.; REZENDE, M. B. Intervenções da Terapia Ocupacional. Minas Gerais: Editora UFMG, 2008. pág. 95-135.)

5 – Raciocínio Clínico – WILLARD & SPACKMAN, 2011 – Cap 32
(SCHELL, B. A. B. Raciocínio Profissional na Prática. In: CREPEAU, E. B.; COHN, E. S.; SCHELL, B. A. B. Willard & Spackman – Terapia Ocupacional. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. p.318-330.)

6 – Quadros de Referência Primários     +     Quadros de Referências Aplicados à Disfunção Física
(HAGEDORN, R. Quadros de referência primários; Quadros de referência aplicados enfocando a disfunção física. In.__. Fundamentos da Prática em Terapia Ocupacional. 1ed. São Paulo: Dynamis, 1999. pág. 81-106.)

7 – Hagedorn Azul (2007) – Capítulo 2 (QUADROS DE REFERÊNCIA) 
(HAGEDORN, R. Desempenho Ocupacional Competente no Ambiente. In.__. Ferramentas para à Prática em Terapia Ocupacional: uma abordagem estruturada aos conhecimentos e processos centrais. 1.ed. São Paulo: Roca, 2007. pág. 10-25)

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Avaliações

O processo de intervenção em reabilitação neurológica é complexo e compreende pelo menos uma avaliação, definição de metas, estratégias para alcançá-las, intervenção, reavaliação, encaminhamento e/ou alta.

A avaliação a ser utilizada é dependente de aspectos como condição de saúde, da idade do usuário, contexto, entre outros.

Algumas vezes será possível encontrar avaliações válidas e confiáveis para aplicação, mas em muitos casos isso ainda não é possível.

Em nossa prática clínica utilizamos muitas avaliações específicas para funções corporais, níveis de dependência, satisfação e dificuldade para o desempenho em atividades e  participação social, análise do ambiente e mesmo para fatores pessoais.

Hoje, vejo a avaliação como um meio indissociável do processo de  intervenção. Contudo, também percebo o quanto é importante um olhar para o outro livre de pré conceitos. Um  olhar com vistas as potencialidades e não as deficiências, que permita o ser  e o fazer diferente, que tenha vistas a atividade fim, ao processo terapêutico, ao tempo próprio e a satisfação individual.

As escalas e avaliações mais utilizadas em nossa prática com adultos sequelados  por doenças neurológicas em enfermarias, ambulatórios e centros de reabilitação são: http://toneurologiaufpr.wordpress.com/category/as-avaliacoes/

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Modified Rankin Scale

A Modified Rankin Scale – MRS (Escala Modificada de Rankin) é a escala mais popular de desfechos globais em Acidente Vascular Cerebral, e vem sendo cada vez mais adotada com objetivos primários de ensaios clínicos em AVC agudo. A escala descreve seis graus de incapacidade após um acidente vascular cerebral: grau 5 denota incapacidade grave, acamados; enquanto grau zero denota nenhum sintoma ou sequela.

Utilizamos e correlacionamos esta escala com a MIF na enfermaria de Neurologia do HC – UFPR, em uma amostra de 325 pacientes cujo as doenças neurológicas geraram deficiências motoras e sensoriais. O índice de correlação de Pearson foi superior a 0,8 pontos quando correlacionada com a parte motora da MIF.

Como é uma escala bastante utilizada por médicos, é importante que também seja usada por reabilitadores,  devido a permitir uma discussão mais clara com a equipe sobre a incapacidade do paciente. Contudo, esta é a validade da escala, identificar o nível de incapacidade do paciente. Para pensar em processo de intervenção concluímos ser melhor, em um contexto de enfermaria e para o paciente com AVC, a utilização da MIF.

Aqui há uma discussão sobre escalas utilizadas junto a pessoas acometidas por AVC e também uma comparação entre o Índice de Barthel e a MIF (chapter21_outcome-measures_final_16ed).

– A Escala: modified_rankin

– Utilização: Modified Rankin Scale – Structured Interview

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